Você conhece o Startups Brasil?

Estudantes, técnicos e universitários, sonham em iniciar a sua carreira em grandes empresas. Porém, não enxergam a oportunidade que uma empresa de pequeno porte tem a oferecer para seu desenvolvimento profissional.

Geralmente as Startups possuem um sistema de trabalho mais dinâmico, onde o profissional consegue aprender, exercer melhor a sua profissão e expressar melhor as suas idéias. As Startups visam o crescimento, estando aberto a uma participação maior do seu colaborador, de forma que ele possa desenvolver seus conhecimentos, contribuir para o processo evolutivo da Startup.

O portal Startups Brasil tem o objetivo de juntar todas as empresas Startups do Brasil, em um só mapa e desta forma ajudar os profissionais a encontrarem um ambiente de trabalho diferenciado que proporcione crescimento profissional.

O mapa funciona da seguinte forma: o usuário entra no “mapa de startups”, coloca o endereço da sua casa ou universidade e o sistema indicará qual é a  empresa Startup mais próxima do endereço solicitado.

Confira diversas dicas sobre como ingressar em uma empresa Startups e sobre suas áreas de atuação. Boa sorte em sua busca e sucesso!

Referência mundial na formação e no desenvolvimento de lideranças, a GE segue investindo nos talentos brasileiros. Dando continuidade a esse processo,estão abertas as inscrições para o Programa de Trainee 2014 da companhia. Até o dia 31, estudantes e recém-formados com graduação entre dezembro de 2011 e dezembro de 2013 poderão se candidatar a vagas oferecidas para seis programas, focados nas áreas de TI (ITLP), Finanças (FMP), Operações e Manufatura (OMLP), Marketing/Comercial (CLP), Engenharia (EEDP) e Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho (EHSLP). As inscrições poderão ser feitas pela internet, acessando o endereço ge.com/br/careers.

Com a busca por novos trainees, a GE tem como foco desenvolver profissionais capazes de atuar de acordo com os cinco valores de crescimento da empresa – foco externo; clareza de pensamento ; ser especialista na sua área; ser inclusivo e ter imaginação e coragem para tomar decisões. O programa revela novos talentos desde a década de 1950, quando foi lançado no País. A formação de futuros líderes brasileiros faz parte do investimento global de US$ 1 bilhão que a empresa dedica anualmente ao treinamento e à capacitação de seus funcionários.

“Acreditamos muito no potencial dos profissionais brasileiros. Queremos manter o trabalho que fazemos há mais de 60 anos, identificando e desenvolvendo jovens talentos para trabalhar no desenvolvimento de soluções capazes de ajudar o Brasil a superar grandes desafios em energia, transporte, aviação, saúde e infraestrutura”, explica Sandra Rodrigues, diretora de Desenvolvimento Organizacional da GE para a América Latina.

Requisitos

O Programa de Trainee da GE seleciona candidatos com formações específicas para diferentes áreas. Os requisitos para a seleção abrangem formações preferencialmente nas áreas de Administração, Análise de Sistemas, Ciência da Computação, Contabilidade, Comércio Exterior, Economia, Engenharia da Computação, Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia Industrial, Marketing, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Relações Internacionais, entre outras.

O programa EEDP, tem duração de dois a três anos e será gerenciado pela unidade da GE Power Conversion em Belo Horizonte (MG). Os demais programas, com dois anos de duração, contam com vagas para diversos negócios da GE.

O processo seletivo é composto pelas seguintes etapas eliminatórias: candidatura; triagem curricular; teste online de inglês; entrevista por telefone ou entrevista coletiva; dinâmica de grupo; e entrevista final. Para esse período de recrutamento, o candidato deve ter inglês fluente, disponibilidade para mudança de cidade e/ou país e interesse em desenvolver carreira nas respectivas áreas funcionais. Ter noções em espanhol é uma habilidade desejável.

Há mais detalhes sobre o programa também nas páginas da GE do Brasil, no blog GE Reports Brasil, Facebook, LinkedIn e Twitter.

22/12/2012

Em 2012...

Mais de 1.700 vagas divulgadas;
2.684 currículos cadastrados em nosso Banco de CV´s;
10.326 seguidores no Twitter;
2.310 Curtidas no Facebook.com/openjobs;

Provavelmente, quando você estiver lendo estas estatísticas, estes números já terão aumentado! ;)

Temos muito a comemorar neste ano que passou. Além da relação de números positivos acima, Fabiano Meneghetti - o designer que assina o layout do site - inicia atuando como colaborador também no blog falando sobre produtividade e empreendedorismo, a criação do banco de currículos dando mais oportunidade para a revelação de talentos e consequentemente mais contratações, desenvolvimento da nossa App facilitando a visualização do site em todos os dispositivos móveis, expansão do serviço de consultoria e maior número de contratações através do serviço de consultoria especializado e através do site.

Com este saldo positivo, aproveito para agradecer a todos que nos acompanham, candidatos e empresas, que acreditam em nosso trabalho certificando a credibilidade de nossos serviços e atendimento.

Para 2013 aguarde...

Ainda mais oportunidades de trabalho na web, uma maior abrangência do nosso serviço de consultoria contemplando mais regiões e estados, o lançamento da nossa App (está quase saindo do forno!), um blog mais dinâmico abordando assuntos diversos relacionados ao mercado de trabalho de forma descomplicada, uma grande repaginada em nosso layout e muitas outras realizações para todos nós.

Desejamos que o novo Ano seja de muitas oportunidades e sucesso para todos!

Boas Festas!!!

Nos falamos novamente em 2013!

Equipe Openjobs

Todo mundo já ouviu falar coisas do tipo "trabalhe no que gosta", "faça o que ama", "invista no que você tem paixão", etc, etc. Mas infelizmente nem todos conseguimos trabalhar ou seguir a carreira que gostaríamos, ou melhor, fazer "o que amamos".

Esse cenário que se cria, às vezes utópico, de trabalhar naquilo que mais gostamos na vida e ainda ganhar bem por isso é perfeito, ainda mais com as facilidades que a web propicia hoje. Além de irreal, para muitos parece ser surreal a pretensão de amar o trabalho. Mas vejo que o grande motivo de descontentamento ou até mesmo frustração profissional não começa pelo tipo de trabalho que fazemos, mas está na atitude em como lidar com nosso trabalho.

Deixa explicar melhor. Eu acredito fortemente que nós fazemos nosso próprio destino, criamos nossas próprias oportunidades. Sendo mais direto: mesmo não fazendo o que mais amamos na vida, mas fazendo com vontade, dando nosso melhor e tentando ser, quem sabe, memorável, com certeza seremos notados. Isso gera oportunidades. As pessoas adoram conhecer pessoas que são boas no que fazem. As pessoas adoram falar sobre pessoas que são boas no que fazem.

Li estes dias um artigo, que comenta uma entrevista com o humorista Steve Martin. Perguntado sobre uma frase para inspirar iniciantes, ele disse: "Seja tão bom que as pessoas não irão ignorar você". E Martin termina: "Se você pensar 'Como eu posso ser realmente bom nisso?' as pessoas virão até você." E é exatamente esta minha filosofia, sejá ótimo no que faz que as oportunidades aparecem. Quem nunca ouviu alguém (de sucesso) dizer "...sabe, nunca pensei que iria trabalhar nisso". Muitas vezes nem mesmo sabemos o que gostamos, ou o que queremos ser. Comece por algum lugar, seja bom naquilo, busque a excelência, as oportunidades aparecerão.



Concentre-se no que você é, no que você quer ser. Isso maximiza o potencial para praticar novas habilidades. Quando fazemos algo bem feito passamos a amar aquilo. Depois de reconhecer novos caminhos e seguir uma nova paixão você pode abandonar o mito de que o trabalho perfeito está esperando por você lá fora.

Este artigo do Lifehacker, que comentei acima, é concluído de forma muito concreta, e vou reproduzir na íntegra por aqui:

Pare de se preocupar sobre o que o mundo lhe deve, esqueça justiça e os outros, e em vez disso baixe a cabeça, como Steve Martin, e se esforçe para tornar-se tão bom que não possa ser ignorado. É este objetivo simples - não algum conto de fadas sobre largar tudo para perseguir um trabalho dos sonhos - que vai levar você para uma vida de trabalho que você ama.

Sobre o autor: Fabiano Meneghetti - Formado em arquitetura, trabalha com web desde 2003. Co-fundador da Zee e Openjobs. Entre em contato pelo twitter @FabianoMe.

Depois de alguns artigos aqui no Openjobs resolvi falar um pouco mais sobre mim. O principal motivo de eu estar escrevendo este artigo é pelo fato de ter observado a quantidade de pessoas que decidem iniciar uma carreira solo, abrir uma empresa, criar uma startup.

Acho isso sensacional, pois é parte da minha história. Mas o que me motiva não é somente esta afinidade com o assunto, eu gostaria mesmo é de compartilhar como foi meu caminho, quais foram minhas dificuldades e por que posso dizer hoje que considero ainda estar no caminho certo.

Não quero ter a pretensão de ser aqui alguém para se admirado, ou de mostrar que esta é a fórmula que deva ser seguida. Apenas quero contribuir com parte da minha história profissional e acredito que muitas pessoas possam se identificar ou se motivar à partir dela.

Começando a empreender - Um pouco de história e algumas lições


Entrei na faculdade de arquitetura na PUCRS em 1999. Apesar de amar arquietura, durante a faculdade sempre me motivei a focar mais em design, design gráfico. Neste período eu e Fabio Sasso (meu amigo, designer e futuro sócio) começamos a falar bastante sobre design, internet e como poderíamos trabalhar juntos em algo que gostássemos.

Desde meu segundo semestre na faculdade eu sempre fiz estágios. Eram 2 turnos na PUC e 1 turno no estágio. Nas horas vagas e intervalos eu ia para o laboratório de informática navegar e estudar. Ah, naquela época ia também na biblioteca ver ótimos livros de design - não sei se ainda há este costume no mundo acadêmico :(

Nos últimos semestres tive menos cadeiras, então me sobrou um turno livre. Tinha as manhãs para estágio, faculdade pela noite e estudava e fazia freelas nas tarde. Nesta época então eu e o Fabio começamos a trabalhar mais forte, ainda cada um em sua casa, criamos um logo, cartoes, um site e então nascia a Zee, em meados de 2004. Criávamos logotipos, cartões, flyers, alguns pequenos sites e então uma lista de clientes ia surgindo. Pouco antes de me formar já estávamos bem atarefados e então tomamos uma difícil decisão: largar nossos atuais trabalhos para investir na empresa.

Já se passaram agora mais de 8 anos, e durante este período acertei algumas vezes e errei muito. Entraram outros sócios, parcerias de empresa, sócios sairam... Com certeza foram, e estão sendo, anos de grandes aprendizados, pessoais e profissionais. Mas o fato de não ter iniciado uma empresa de uma forma brusca com certeza me ajudou bastante. E olhando para trás, eu poderia listar as principais lições que tirei neste período:

1- Procure fazer o que realmente gosta

Pode parecer clichê, mas investir tempo em uma carreira que você não se identifica é muito provável que não será prazeroso e talvez não dure muito. Passamos a maioria do dia trabalhando, é preciso ter gosto pela profissão para dar o sangue e fazer dar certo.

2- Faça com maturidade

Esse é um dos pontos principais. Largar tudo e investir em uma empresa própria é ousado. Se for possível fazer uma transição mais saudável, investindo em estudos, ou até mesmo em trabalho, fora da sua rotina habitual irá fazer você sentir como será esta nova carreira e principalmente terá menos impacto direto na renda mensal.

3- Não se iluda com ideia de liberdade por não ser mais um empregado

Simples, você não terá mais um chefe, mas sim vários, pois cada cliente será um novo chefe!

4- Disciplina

Dispensa muita explicação. Para investir em uma empresa própria é fundamental disciplina para conciliar trabalho com a "liberdade" de fazer outras atividades durante do dia. Foco no trabalho e rotina para os extras, esta é minha dica.

5- Ter companhia para crescer

Eu acredito fortemente que compartilhar os sucessos e os fracassos com alguém é fundamental para o crescimento. Procure uma companhia, um sócio, para trocar ideias, estipular metas, comemorar as conquistas e, é claro, também rir e aprender com o que der errado ;)

6- Responsabilidade

Somos responsáveis para dar ou não certo nosso negócio. Gerenciar equipes, liderar, motivar, organizar, planejar e também por a "mão na massa". São muitos os fatores que irão determinar o sucesso de um empreendedor. Assumir estas responsabilidades nos fazem crescer, como empresa e como pessoa!

Se alguém tiver alguma experiência e desejar compartilhar, quer debater algo que falei ou quer somente dar uma opinião, fique à vontade para comentar o entrar em contato comigo via Twitter.

Sobre o autor: Fabiano Meneghetti - Formado em arquitetura, trabalha com web desde 2003. Co-fundador da Zee e Openjobs. Entre em contato pelo twitter @FabianoMe.

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